8 de Março: Dia Internacional da Mulher
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8 de Março: Dia Internacional da Mulher

A Sorveteria Ideal desenvolveu um novo sabor de sorvete: rosas! E para celebrar este dia tão especial, as mulheres que visitarem nossas lojas ganharão uma bola de sorvete de rosas como cortesia*!


Sim, este sorvete é feito com pétalas de rosas de verdade, naturais, comestíveis, produzidas de forma orgânica, sem uso de agrotóxicos nem corantes artificiais.

A flor de roseira, além de ser decorativa, também possui propriedades cosméticas, terapêuticas, medicinais e culinárias, sendo tradicionalmente muito consumida em países como Índia, Paquistão, Afeganistão e Turquia. Na cozinha árabe, a essência de rosas é tradicionalmente utilizada em cremes, mousses e sucos de frutas pois confere um sabor exótico.


As rosas possuem baixo teor calórico, cerca de 40 calorias por 100g, e são ricas em vitaminas C, B, E, K e taninos, podendo ser utilizadas em tratamentos renais, diarreias, infecções intestinais, inflamações dos olhos, inflamações bucais e úlceras.


De acordo com Orquídea Barbosa, todas as flores de roseiras podem ser consumidas, desde que se tenha sempre em atenção a segurança alimentar das mesmas. As rosas produzidas para ornamentação não podem ser utilizadas na alimentação humana, porque as normas de produção destas não são as mesmas da produção destinada à alimentação. No entanto, apesar de todas as rosas serem comestíveis, nem todas têm interesse gastronômico; as flores mais aconselhadas para consumo são aquelas que exalam mais odor, quanto melhor o cheiro, melhor será o seu sabor. Aconselha-se, assim, escolher as rosas pelo cheiro, às quais estão relacionadas as variedades mais antigas ou selvagens como a Rosa rugosa, Rosa damascena, Rosa galica, Rosa canina, Rosa alba e Rosa centifolia.


*Promoção não cumulativa e sujeita à disponibilidade de estoque, limitada a uma única cortesia por pessoa.

Conheça um pouco mais sobre a história do Dia Internacional da Mulher:


Você sabia que o Dia Internacional da Mulher foi oficializado pela ONU em 1975, apesar de a proposta original ter sido apresentada pela Clara Zetkin em 1910, durante a 2ª Conferência Internacional de Mulheres Socialistas realizada em Copenhague, Dinamarca.

A luta pelos direitos das mulheres nunca foi fácil, tendo sido marcada inclusive por alguns acontecimentos trágicos dentre os quais cabe destacar o grande incêndio na Triangle Shirtwaist Company em Nova Iorque, ocorrido no dia 25 de março de 1911 e que causou a morte de 152 trabalhadores dentre os quais 129 eram mulheres, a maioria constituída por jovens imigrantes que trabalhavam 14 horas por dia, em jornadas de 60 a 72 horas semanais com salários entre os 6 e os 10 dólares por semana.

Antes disso, no entanto, ainda em 1909, houve uma grande greve de mulheres costureiras coordenadas pelo histórico sindicato International Ladies' Garment Workers' Union, que tentava negociar um acordo coletivo que garantisse melhores condições de trabalho; inclusive, a Triangle Shirtwaist Company foi uma das empresas que não aceitaram este acordo naquela época.

Além das melhores condições de trabalho, a pauta de reivindicações também incluía que as mulheres tivessem o direito de votar nas eleições nos Estados Unidos (1913) e na Alemanda (1914).

Mas talvez o maior acontecimento dessa luta tenha ocorrido na Rússia no dia 8 de março de 1917, quando um grupo de operárias saiu às ruas para se manifestar contra a fome e a Primeira Guerra Mundial, movimento que também viria a ser o pontapé inicial da Revolução Russa.

"Esse dia tem uma importância histórica porque levantou um problema que não foi resolvido até hoje. A desigualdade de gênero permanece até hoje. As condições de trabalho ainda são piores para as mulheres", pontuou Eva Blay. "Já faz mais de cem anos que isso foi levantado e é bom a gente continuar reclamando, porque os problemas persistem. Historicamente, isso é fundamental." (Fonte: BBC News Brasil)


Neste ano de 2020, em fevereiro, a diretora da ONU Mulheres para América Latina e Caribe, Maria-Noel Vaeza, reuniu-se em Brasília (DF) com autoridades dos poderes Executivo e do Judiciário e lideranças da sociedade civil. Nos encontros, salientou que países da região precisam avançar em políticas para a eliminação das desigualdades de gênero, raça e etnia, a fim de fazer avançar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Ciente do papel das empresas para o crescimento das economias e para o desenvolvimento humano, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres, um conjunto de considerações que ajudam a comunidade empresarial a incorporar em seus negócios valores e práticas que visem à equidade de gênero e ao empoderamento de mulheres.

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